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...2006 nota-se ainda, um aumento das não especificadas 1,7% em 2004, em 2005 foi 4,2% e 5,1% em 2006 (Tabela 1 e Figura 1). Em relação as criptocócicas, o maior registro foi em 2006 com 17 casos, sendo a participaçãono acumulado dos três anos, 41,5% quanto as meningites por tuberculose é notório o aumento na suanotificação, 20 casos em 2004, no ano seguinte 24 e 35 casos em 2006. Teve-se meningitespne­umocócicas participando com 11,1% (69 casos) com 6 óbitos (taxa de letalidade 8,7%), de acordocom Tabela 1. A doença meningocócica (DM) teve a maior participação entre todas as meningites notificadas,quando se observa na Tabela 1 o acumulado no período, 174 (28,1%) casos com 15 óbitos(taxa de letalidade 8,6%), e na Figura 2, nota-se que entre as formas clínicas apresentadapela doença nos três anos, o menor registro foi em meningococcemia 45 (25,9%) casos, e também amaior causa de óbitos (taxa de letalidade 5,7%). Quanto aos sorogrupos, o de maior circulação continua sendo o B, porém o C se manteve presente nos três anos, com participação de 10,9%, observa-se ainda, um elevado número de sorogrupos que ficaram como não especificados (Tabela 2). A notificação imediata de todos os casos suspeitos de meningites é fundamental para o monitoramento dessas etiologias em Manaus e no Amazonas. Rotineiramente, deve-se manter a qualificação dos profissionais de saúde através de treinamentos em Instituições de referência, o que certamente contribuirá para diagnósticos rápidos, precisos, tratamento oportuno, redução de casoscom evolução para óbitos, e também para que a adoção das medidas de controle sejam apropriadas e desencadeadas em tempo hábil, quando se fizerem necessárias, considerando ainda a otimização dos recursos disponibilizados para esse fim. O diagnóstico laboratorial das meningites é através do estudo do líquido cefalorraquidiano, podendotambém ser utilizado sangue, raspado das lesões petequiais, urina e fezes. Os principais examespara esclarecimento diagnóstico são: exame quimiocitológico de líquor, bacterioscopia direta (liquorou soro) cultura (líquor, sangue, patéquias ou fezes) contra-imuneletroforese cruzada (CIE) do líquorou soro, e aglutinação pelo látex (líquor ou soro) nenhum exame substitui a cultura líquor e/ ou sangue(BRASIL, 2005).REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICABrasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 6.ed. Brasília: SVS, 2005.DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E CONTROLE DE ENDEMIASDE­PARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE PÚBLICASUBGERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICAS­UBGERÊNCIA DE OPERAÇÕES DE CAMPO FUNDAÇÃO DE MEDICINA TROPICAL DO AMAZONASFMT-AM Meningocócica+Meningococcemia Meningococcemia M Meningocócica1230310­50CASOS2114162005(31,4%)(41,2%)(27,4%)ÓBITOS2723362004(41,9%)(31,4%)(26,7%)2006 6823(16,2%)(21,6%)(62,2%) Casos % Casos % Casos % Casos %2004 49 28,2 11 6,3 26 14,9 86 49,42005 31 17,8 1 0,6 19 10,9 51 29,32006 15 8,6 7 4,0 15 8,6 37 21,3TOTAL 95 54,6 19 10,9 60 34,5 174 100,0TOTALSOROGRUPOB CANON / E No Amazonas a DM é endêmica e repercute na saúde pública. No monitoramento é necessáriaa vigilância epidemiológica de casos suspeitos de meningites, capacitação de recursos humanos(diagnóstico rápido + tratamento imediato e adequado) e garantir material biológico para diagnósticose­specíficos da etiologia (SARAIVA et al, 2006).SARAIVA, M.G.G. AMORIM, R.D.S. MONTE, R.L. et al. Doença Meningocócica (DM) no Amazonas-200 a 2005. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropcial, 43. v. 37, p 193. Supl I, 2007. T. Letalidade Partipação T. Letalidade Partipação T. Letalidade Partipação T. Letalidade Participação(%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%)01 Meningites BacterianaDoença Meningocócica 86 6 7,0 51,2 51 5 9,8 35,9 37 4 10,8 26,4 174 15 8,6 28,1Meningite por Haemophilus influenzae 2 0 0,0 1,2 3 1 33,3 2,1 2 0 0,0 1,4 7 1 14,3 1,1Meningite Tuberculosa 20 3 15,0 11,9 24 7 29,2 16,9 35 9 25,7 25,0 79 19 24,1 12,7Meningite Pneumocócica 19 3 15,8 11,3 29 3 10,3 20,4 21 0 0,0 15,0 69 6 8,7 11,1Meningite Bacteriana Não Especificada 31 4 12,9 18,5 26 2 7,7 18,3 44 5 11,4 31,4 101 11 10,9 16,3Meningite Estafilocócica 8 2 25,0 4,8 5 1 20,0 3,5 1 1 100,0 0,7 14 4 28,6 2,3Meningite por E.coli 0 0 0,0 0,0 2 1 50,0 1,4 0 0 0,0 0,0 2 1 50,0 0,3Meningite por Leptospira 2 0 0,0 1,2 0 0 0,0 0,0 0 0 0,0 0,0 2 0 0,0 0,3Meningite por Klebsiela 0 0 0,0 0,0 1 1 100,0 0,7 0 0 0,0 0,0 1 1 100,0 0,2Meningite por Proteus mirabilis 0 0 0,0 0,0 1 0 0,0 0,7 0 0 0,0 0,0 1 0 0,0 0,2SUB TOTAL 168 18 10,7 72,4 142 21 14,8 74,3 140 19 13,6 71,1 450 39 8,7 72,602 Meningites por FungoMeningite Criptocócica 13 3 23,1 5,6 11 3 27,3 5,8 17 3 17,6 8,6 41 9 22,0 6,603 Meningites Viral 47 2 4,3 20,3 30 0 0,0 15,7 30 0 0,0 15,2 107 2 1,9 17,304 Meningites Não Especificada 4 0 0,0 1,7 8 1 12,5 4,2 10 2 20,0 5,1 22 3 13,6 3,5TOTAL 232 23 9,9 100,0 191 25 13,1 100,0 197 24 12,2 100,0 620 53 8,5 100,0Dados sujeitos à revisão.ETIOLOGIAS2004 2005...
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Arquivo adicionado em 4/8/08
por: silvestre gonçalves de souza
Curso: Ciências Biomédicas
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