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corrente do raio (no ar): 1,3 a 2,5 cm. Comprimento médio do raio: 3,5 a 12 km. Número (médio) de tempestades com raios que estão ocorrendo neste instante no planeta Terra: 2.000 Há 100 flashes de raios por segundo na Terra. Estima-se que nos USA de 500 a 1000 pessoas são atingidas por raios, todos os anos. Só o Empire State building na cidade de Nova York é atingido por 8 raios, em média, por ano. A Ilha de Java, na Indonésia, tem o maior número de tempestades por ano: 233, em média. Número de raios por dia no planeta Terra: 8 milhões. O trovão e o relâmpago: fenômenos adjacentes à passagem de
corrente elétrica Quando falamos do raio, devemos deixar claro que este é constituído por três fenômenos: As
correntes
elétricas dos choques, os trovões e os relâmpagos. Como mostramos acima, a passagem de
corrente elétrica em um meio mau condutor de
eletricidade, provoca uma repentina elevação da temperatura do canal por onde circula a
corrente elétrica. Em um cilindro(sinuoso) de aproximadamente 1,3 a 2,5 cm, a temperatura do ar chega a valores, em média de 30.000 C. Como essa circulação demora em média 1 a 3 milionésimos de segundo, ocorrem um expansão do ar, tal como na explosão de uma bomba de grande porte. Este canal, explode ao pé da letra, provocando uma onda de choque (agora mecânico) supersônica que se afasta do canal da
corrente do raio. Esse fenômeno é chamado de Trovão. Como o raio se repete 3 a 4 vezes, em média, há 3 a 4 ondas sonoras formadas no fenômeno. Devido ao curto intervalo de tempo de duração de todo evento, não conseguimos distingui-las. No caso do relâmpagos, o fenômeno é explicado pelo fato de que, ao circular a
corrente elétrica do raio pelo ar (meio pouco condutor), elétrons das moléculas dos gases constituintes são expulsas por repulsão. Ao cessar a
corrente, o ar ficou ionizado (moléculas com elétrons a menos). Quando os elétrons retornam às moléculas, estes devolvem a energia que adquiriram, no processo de repulsão. Essa energia é devolvida sob a forma de radiação, desde o infravermelho até o ultravioleta, passando pela luz visível. O que nós constatamos, evidentemente, é a parte visível. Como apresentamos anteriormente, o raio se repete várias vezes, isto explica porque os relâmpagos são tremidos no céu, isto é, são vários flashes luminosos. À guisa de conclusões Neste breve artigo, buscamos apresentar o fenômeno raio, um breve histórico do trabalho de Franklin, o processo de eletrização das nuvens de tempestade e o seu mecanismo de propagação
CEFET Campos / Módulo 1 Apostila de
Eletricidade Básica 13 Podemos constatar que o fenômeno não é simples ou de fácil explicação, pois ainda há aspecto ou tipo de raio que são explicados através de teorias pouco abrangentes, como é o caso das bolas de raio (lightning balls), que buscaremos tratar em outra ocasião. Tentamos com este, mostrar que o raio não é uma simples faísca entre as nuvens e o solo, pois envolve um mecanismo de auto-propagação complexo, apesar da familiaridade que temos com o fenômeno como espectadores. Outras confusões são associadas aos pára-raios. Muitos acreditam que as pontas destes são eficazes e indispensáveis para a segurança, mas como mostramos, o raio é auto propagável e só se define aproximadamente entre 70 e 110 m do solo. Além do mais, a base da nuvem está em média a 3,5 km do solo, o que faz com que um ponta de alguns centímetros seja desprezível. Para essa distância, uma casa mediana, pode ser considerada como um ponto, o que dirá a haste de um pára-raios. Outro aspecto é o poder atribuído ao pára-raios de atrair os raios, o que acreditamos ter sido eliminado, frente à exposição do mecanismo de propagação do raio. Poderíamos fazer um comentário final sobre a periculosidade do fenômeno. De fato, o raio é muito perigoso. É um fenômeno que poucos conseguem sobreviver após serem atingidos. Aqueles que sobrevivem, acabaram com várias seqüelas, sobretudo motoras idade da
corrente elétrica. Em muitos relatos, sabe-se que essas pessoas não foram atingidas orrente principal do raio, mas sim por choque ou faíscas laterais, de menor intensidade. Para se proteger do raio, evite campos abertos nos passa a ser um dos possíveis pontos de contato, ár atingir uma estrutura, acaba por se ramificar. Evite também ficar em piscinas ou lagos, nos mom raio, a
corrente elétrica circulará por toda a água, inc Para maiores dados e informações pode- http://sunmlb.nws.fit.edu/newho.html e http://w interessantes, aspectos sobre a proteção contra os etc. RESISTORES Resistência
elétrica 1ã lei de Ohm Se uma pessoa passar no meio de uma mu uma série de dificuldades, as quais aumentarão à m resistência na sua caminhada. Em um condutor elétrico ocorre fenômeno análogo. O vibrando em torno de sua posição de equilíbrio por
elétrica encontram oposição ou resistência ao seu m Os dispositivos construídos para produzir denominados resistores. Os resistores são utilizados para: transformar energia
elétrica em calor, como nos controlar a intensidade da...