...
saúde. (Dicionário de Epidemiologia. Last,1988) Objetivos da Epidemiologia Descrever a magnitude, a tendência e a distribuição dos problemas de
saúde em populações humanas Descrever características dos casos, formas clínicas, modo de transmissão, grupos de maior risco, curso da
doença, etc. quando da ocorrência de um agravo desconhecido Objetivos da Epidemiologia Proporcionar dados essenciais para o planejamento, e avaliação das ações de prevenção, controle e tratamento das
doenças, bem como estabelecer prioridades Identificar
fatores de risco e determinantes das enfermidades e outros agravos à
saúde O que confere especificidade à Epidemiologia enquanto área de conhecimento? Objeto de estudo: Os processos coletivos geradores de
doença Modo de Produção do Conhecimento Observação de grupos (populacionais) Conceito de risco (teoria da probabilidade). Finalidade Subsidiar as práticas que tenham como objeto de intervenção a
saúde da população. Disciplina básica da
Saúde Coletiva Clínica Abordagem individual O caso, a singularidade Diagnóstico (individual) História clínica (ahistórica) Determinantes clínicos Recorre as ciências biológicas Epidemiologia Abordagem em nível coletivo Coletivos Perfil epidemiológico Perspectiva histórica (busca conhecer os processos sociais) Determinantes epidemiológicos Recorre a estatística e as ciências sociais Mudança no estado de
saúde da população Acompanhamento clínico (melhora/cura) Avaliação Programas de
saúde prioritários Tratamento Reabilitação Plano de ação Dados sobre a população
Doenças existentes Causas de morte Serviços de
saúde, etc História Clínica Exame Físico Exames Complementares Informação necessária Melhorar o nível de
saúde da comunidade Curar a
doença da pessoa Objetivo Comunitário Individual Tipo de Diagnóstico Diagnóstico Epidemiológico Diagnóstico Clínico Diferenças entre Diagnóstico Clínico e Epidemiológico (ou da comunidade) O AMBIENTE Deve ser entendido como o conjunto de todos os
fatores que mantém relações interativas com o agente etiológico e o hospedeiro, sem se confundir com os mesmos. (Ambiente: Físico, Biológico, Social) O AGENTE Embora, de um modo geral, se considere que cada
doença infecciosa (não infecciosa ou agravos à
saúde) tem seu agente etiológico específico, deve-se ter claro que não há um agente único da
doença ESTRUTURA EPIDEMIOLÓGICA O HOSPEDEIRO (SUSCETÍVEL) É aquele onde a
doença se desenvolverá e terá oportunidade de se manifestar clinicamente. O homem, como espécie, é suscetível a um grande número de agentes do meio, de natureza viva ou inorgânica, que com ele interagem, provocando disfunções ESTRUTURA EPIDEMIOLÓGICA Denomina-se História Natural da
Doença (HND), um conjunto de processos interativos, compreendendo as inter-relações do agente, do suscetível (hospedeiro) e do meio ambiente que afetam o processo global e seu desenvolvimento, desde as primeiras forças que criam o estímulo patológico no meio ambiente, ou em qualquer outro lugar, passando pela resposta do homem ao estímulo, até as alterações que levam a um defeito, invalidez, recuperação ou morte (Leavell & Clark, 1976). HISTÓRIA NATURAL DAS DOENÇAS Prevenção primária Prevenção secundária Prevenção terciária Níveis de aplicação das medidas preventivas Promoção da
saúde Proteção específica Inter-relações de diversos
fatores Agente: Vírus da imunodeficiência humana adquirida. É um retrovírus dotado da capacidade de inativar as células de defesa do organismo e fazer com que essas se transformem em matrizes produtoras de novas partículas virais. Suscetível: Toda e qualquer pessoa exposta ao vírus, seja por relações sexuais sem as devidas medidas de proteção, por recepção de sangue ou órgão não testados, por transmissão vertical e aleitamento, seja por compartilhamento de seringas E agulhas contaminadas. Ambiente: São todos os
fatores que mantém relações intera- tivas com o agente e o suscetível. 1. Sócio-econômicos: 2. Sócio-políticos 3. Sócio-culturais 4. Psico-sociais Período de pré-patogênese Período de patogênese Interação suscetível estímulo reação HORIZONTE CLÍNICO DEFEITO/INVALIDEZ ALTERAÇÃO DE TECIDOS MORTE RECUPERAÇÃO Diagnóstico precoce e tratamento imediato Limitação de incapacidade Reabilitação HISTÓRIA NATURAL E PREVENÇÃO DE DOENÇAS E AGRAVOS À SAÚDE INFORMAÇÃO EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO PROMOÇÃO DE DIREITOS HUMANOS PROMOÇÃO DE PRÁTICAS SEXUIAIS SEGURAS DIAGNÓSTICO E ACOMPANHA- MENTO AMBULATORIAL SERVIÇOS DE PREVENÇÃO SE- CUNDÁRIA (COAS) LOGÍSTICA DA INSUMOS GARANTIA DA OFERTA DE INSUMOS (MEDICAÇÕES E APOIO DIAGNÓSTICO), SAE, INFORMAÇÃO. REINSERÇÃO SOCIAL SUPORTE ESPECIALIZADO HUMANIZAÇÃO M U L T I C A U Z A L I D A D E objeto da epidemiologia objeto das ciências sociais objeto da história objeto da clínica Os processos coletivos geradores de
doença em populações humanas dados O raciocínio epidemiológico implica a quantificação construção de medidas (indicadores) que possam representar a experiência não de indivíduos mas de muitos deles Medidas da ocorrência de
doenças...