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administração Aplicação, irrigação, instilação e aerossol
VIAS PARENTERAIS
VIAS INDIRETAS 3.VIA RESPIRATÓRIA Desde a mucosa nasal até os alvéolos. Pode ser usada para efeitos locais ou sistêmicos (anestésicos inalatórios).
Administração de pequenas doses com rápida, rápida ação e poucos efeitos adversos sistêmicos. Pode levar a irritação da mucosa. Pode ocorrer perda de efeito por deposição de partículas inaladas na via aérea superior ou impedimento da progressão ao trato respiratório inferior devido à secreções. Outras utilizações sistêmicas, ex. insulina para diabete melito e midazolam para sedação pré-operatória infantil Métodos de
administração Inalação, sob a forma de gás ou em pequenas partículas líquidas ou sólidas, geradas por nebulização ou aerossóis. Os gases são absorvidos nos alvéolos e os demais se depositam ao longo da via.
VIAS PARENTERAIS VIA INDIRETAS 4.VIA CONJUNTIVAL E GENITURINÁRIA Utilizada para efeitos locais.
Formas farmacêuticas Cremes, pomadas, geleias, soluções, comprimidos, óvulos vaginais. Métodos de
administração Aplicação, instilação 5. VIA INTRACANAL Uso exclusivo em odontologia. Canal radicular dentário e zona pulpar. Efeito local. Fármaco: substância química capaz de modificar funções biológicas, com finalidade terapêutica ou não. Pró-fármaco: substância originalmente inativa, mas que adquire atividade farmacológica ao ser administrado no organismo. Medicamento: produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa, contraceptiva ou diagnóstica. Droga: substância ou matéria prima que tem finalidade medicamentosa ou sanitária. Magistral Oficinal Desenvolvimentos dos fármacos 1. Síntese de novas estruturas química a partir de: plantas ex. digitálicos tecidos animais ex. heparina culturas de microrganismos ex. benzilpenicilina células humanas ex.urocinase biotecnologia ex. insulina humana 2. Testes pré-clínicos observação dos efeitos da nova substâncias por meio de experimentos bioquímicos e farmacológicos. Experimentos toxicológicos: animais são utilizados para detectar mal-formações, mutações ou carcinogênese Desenvolvimentos dos fármacos 3. Fase 1. Teste clínico emprego de voluntários sadios, comparando os efeitos obtidos com os observados em animais. 4. Fase 2: avaliação do medicamento potencial contra a doença em pacientes selecionados 5. Fase 3: comparação o sucesso terapêutico do medicamento proposto com o medicamento padrão 6. Registro do medicamento: fabricante requer aos órgãos controladores 7. Lançamento no mercado com nome comercial 8. Fase 4: Período inicial de comercialização, continua a observação sobre o comportamento do medicamento.
Formas farmacêuticas
Formas farmacêuticas líquidas: soluções, suspensões e emulsões
Formas farmacêuticas sólidas: comprimidos, cápsulas e drágeas. Comprimidos discóides e obtidos pela compressão de substâncias ativas, excipientes e outros adjuvantes Comprimidos efervescentes não fazem parte deste grupo, pois são dissolvidos antes da ingestão Drágeas: tipo de comprimido revestido (mascarar odor ou gosto desagradável ou proteger fármacos sensíveis) Cápsulas: invólucro alongado, geralmente de gelatina que contém a substância ativa na forma de pó, granulado ou solução. Comprimido matrix: a substância ativa se encontra impregnada em uma matriz de forma a ser liberar lentamente para o meio. Nas
formas líquidas a substância ativa começa a ser absorvida no estômago. As
formas sólidas exigem a desagregação do comprimido ou abertura da cápsula desintegração antes da dissolução da substância ativa para que possa ocorrer passagem pela mucosa gastrintestinal e absorção na corrente sangüínea Comprimidos revestidos: desintegração e dissolução ocorre no duodeno. A liberação da substância ativa, o local e a velocidade de absorção é determinada pela escolha correta da forma farmacêutica pelo fabricante. Um fármaco só se torna um medicamento quando está na FORMA FARMACÊUTICA adequada para o emprego terapêutico. A forma farmacêutica é definida pelo tipo de uso e pela praticidade de emprego pelo médico e pelo paciente (p. ex. meia-vida, dosagem exata). A tecnologia farmacêutica se ocupa com o desenvolvimento da forma farmacêutica adequada e o seu controle de qualidade. Soluções, suspensões, emulsões As
formas farmacêuticas líquidas: Soluções: aquosas ou alcoólicas envasadas em frascos especiais que permitem a dosificação exata pelo número de gotas. Permite ajuste de doses individuais. Suspensões: presença de pequenas partículas da substância ativa, insolúveis no líquido. Risco de sedimentação no armazenamento. Emulsões: separação de pequenas gotas de uma substãncia ativa líquida em outro líquido, p.e. óleo em água. Risco de quebrar no armazenamento. parenteral inalatório Retal e vaginal cutâneo Sistemas Terapêuticos Transdermais: substância ativa e liberada lentamente e absorvida atraves da pele. Uso com fármacos: Capazes de atravessar a pele Eficazes em baixas [ ] Com ampla margem de segurança
Formas fa...
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